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Escrito por joão santana às 12h57
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Vitoria-ES

Palácio Anchieta

Palácio Anchieta
O Palácio Anchieta foi fundado em 25 de julho de 1551, mas as obras de construção, iniciadas pelo padre Afonso Brás, só foram concluídas em 1747. Nessa época, o palácio abrigava o colégio de jesuítas e a Igreja São Tiago. Em 1759, os jesuítas foram expulsos das colônias portuguesas e seus bens, confiscados. Em 1781, o palácio se transformou em residência dos governadores da província para, só mais tarde, chegar ao status de palácio do Governo. A primeira grande restauração foi realizada durante os quatro anos de Governo de Jerônimo Monteiro (1908 a 1912). A obra uniu os prédios do palácio e da igreja. Desde então, o palácio tem sofrido pequenas reformas. O nome foi dado em homenagem ao padre José de Anchieta, considerado apóstolo do Brasil.

O Palácio é utilizado como sede do Governo do Estado do Espírito Santo desde o século XVIII, sendo uma das sedes de governo mais antigas do Brasil.


Forte São João

Forte São João

Foi construído para defender a ilha, e possui canhões seculares. Atualmente, abriga a Secretaria Estadual de Cultura e Turismo.



Escadarias

Leo Leal/Ipê Fotos
Escadaria Bárbara Lindenberg

As escadarias foram construídas para ocupar os relevos da ilha, já que o Centro Antigo era situado na parte alta da cidade. A escadaria mais antiga é a São Diogo, do século XVIII. Uma das mais conhecidas é a Maria Ortiz. Leva esse nome em homenagem à mulher que ajudou a combater os holandeses, jogando água fervente sobre Pierre Heyn, comandante da invasão. Ela decidiu a batalha e foi considerada heroína.
Já a escadaria Bárbara Lindenberg (foto), ou escadaria do Palácio, foi construída pelo francês Justin Norbert. Fonte e estátuas em mármore representam as quatro estações do ano. Várias outras escadarias levam aos cenários históricos da capital.



Escrito por joão santana às 12h20
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Vitoria-ES




Santuário de Santo Antônio

Santuário de Santo Antônio

Construído pelos padres Pavonianos na década de 60, tem arquitetura em estilo Barroco, possuindo três cúpulas. O Santuário de Santo Antônio, localizado no bairro de mesmo nome, é uma réplica de um templo italiano do século XVI, consagrado a Maria, na cidade de Todi.



Rota Manguezal

Rota Manguezal

A Escuna "Cores do Mar" faz passeios pela Baía de Vitória de terça a domingo, com saída sempre no cais do hidroavião, em Santo Antônio. No passeio das 10h, o turista pode conhecer a "Rota Manguezal". A escuna passa pelo mangue de Santo Antônio, São Pedro, Ilha das Caieiras, Nova Palestina e vai até a Reserva Ecológica do Lameirão. O viajante pode preferir navegar até a Curva da Jurema. Para isso, deve escolher o passeio com saída às 15h. As viagens duram duas horas e são feitas de terça a domingo, sendo R$ 10 para adultos e R$ 5 para crianças. As viagens só são realizadas quando há, no mínimo, seis pessoas. Além disso, o destino (Curva da Jurema ou manguezal) pode ser mudado de acordo com a preferência dos presentes. A "Cores do Mar" possui toalete, suíte, cozinha, sala com sofá, e tem capacidade para 57 passageiros.
Telefone: (0xx27) 3235.7839; 989.5107, com Taiti. Os passeios também podem ser fechados para grupos.



Praça dos Namorados, dos Desejos e da Ciência

Praça dos Namorados
Boa opção de lazer para a família, com pistas de skate e patins, quadras de esportes, lanchonetes e bares. A Praça da Ciência possui brinquedos educativos e as visitas são pre-agendadas com escolas de todo o município.
R. Saturnino de Brito, Praia do Canto



Praça Oito

Praça Oito

A região da Praça Oito de Setembro, em homenagem ao aniversário da cidade, sempre foi o coração de Vitória. Ali se localizava o Cais Grande, depois Cais da Alfândega, e o Cais dos Botes, onde os catraieiros realizavam a travessia para Argolas, em Vila Velha. Ainda hoje é possível viajar nos botes, com os ancoradouros partindo ao lado da atual estação das lanchas do Sistema de Transporte Aquaviário, no início da Avenida Beira-Mar.





Escrito por joão santana às 12h04
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Serra-ES

Balneário de Manguinhos

Praia de Manguinhos

Muito procurado por veranistas, ainda preserva ares de vila de pescadores, a 25 km de Vitória. Uma das cinco praias do balneário é a da Enseada. Ela possui bons restaurantes, onde pode-se apreciar camarão na moranga, moquecas, torta capixaba e bobó de camarão. Já a praia da Chaleirinha tem poças térmicas naturais, com pedras de origem vulcânica. A Ponta dos Fachos foi escolhida pelas tartarugas marinhas para desova. As outras praias são da Maresia e dos Sufirtas.



Balneário de Nova Almeida

Praia de Nova Almeida

Típica colônia de pescadores situada na foz do rio Reis Magos, a 28 km do centro da Serra, e que abriga uma das igrejas mais antigas do Estado, a Igreja dos Reis Magos. Recebe centenas de turistas durante todo o verão.



Balneário de Jacaraípe

Praia de Jacaraípe

As praias da Baleia, Irema, de Capuba e Enseada de Jacaraípe fazem parte deste balneário, e estão a 26 km de Vitória. A última é a mais concorrida durante o verão, e muito procurada por surfistas. Tem ondas fortes em certos trechos e pode ser perigosa próximo à desembocadura do rio Jacaraípe. Neste local o banho não é aconselhável. Ganhou o contorno de calçadões em seus 6 km de extensão, perdendo o antigo ar selvagem. Tem pousadas, hotéis, restaurantes e casas de veraneio.
A praia de Capuba tem recifes, ondas fortes e areia clara em seus 5 km de extensão. As praias Irema e da Baleia ligam o balneário de Jacaraípe ao de Manguinhos. Retas, com estreita faixa de areia, acompanham a Rodovia ES-010. Em Irema existe uma colônia de férias. A praia de Baleia é boa para a pesca de camarão, sardinha, pescada e robalo.



Praia da Barreira


Tem ondas fracas e areia grossa. É possível caminhar dezenas de metros mar adento com água pela cintura. Tem casas de veraneio, hotéis e restaurantes.



Bicanga


Boa para a pesca de arrastão. Não tem infra-estrutura, mas atrai pelo isolamento. Possui ondas fracas e areia clara. É muito procurada para piqueniques e visitada pelas tartarugas marinhas.



Praia Mole


Possui ondas boas para surf



Carapebus


A 17 km da sede da Serra, esta praia forma uma enseada, com águas verdes, poucas ondas e areia grossa e amarela. É cercada por casas de veraneio. Uma faixa de areia separa a praia da lagoa de Carapebus, excelente para banho e pesca.





Escrito por joão santana às 13h04
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Alegre-ES

Entorno do Caparaó

Vista do Pico da Bandeira
O Parque Nacional do Caparaó localiza-se na divisa do Espírito Santo com Minas Gerais. Dez municípios capixabas fazem parte do Entorno do Caparaó: Alegre, Guaçuí, Dores do Rio Preto, Divino São Lourenço, Iúna, Irupi, Muniz Freire, São José do Calçado, Ibitirama e Ibatiba. Estes municípios possuem várias atrações, como cachoeiras, rios, lagos, vales e trilhas na mata. As prefeituras de todos eles estão tentando dar infra-estrutura às cidades, para conseguir suportar o fluxo de turistas, que deve crescer a cada ano.

O acesso ao Parque, pelo Espírito Santo, deve ser feito pela BR-101 até Safra. No trevo da Safra, deve-se seguir em direção a Cachoeiro (BR-482), depois Alegre, Guaçui e Dores do Rio Preto, onde fica o portão de acesso pelo lado capixaba. Por Minas Gerais, o visitante segue a BR 262-ES e depois da divisa de Estados percorre 15 quilômetros em direção a Manhumirim, pela rodovia MG-111 e segue até Alto Caparaó.

O Parque possui 31.800 hectares. Sua maior atração é o Pico da Bandeira, com 2.890 metros de altura, o terceiro mais alto do Brasil. A parte mais baixa do Parque tem 997 m de altura. Nele é possível encontrar espécies vegetais (quaresmeiras, palmeiras, jequitibás, bromélias, ipês, orquídeas e plantas de uso medicinal), animais (quati, capivara, tamanduá e jaguatirica) e aves.



Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça

Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça
Esta é a principal atração de Alegre. Com uma queda de 130 m de altura, a Cachoeira da Fumaça atrai centenas de visitantes. O parque possui 24 hectares e está a 30 km da cidade, no distrito de Celina.
Para quem segue de Vitória para Cachoeiro pela BR-482, deve passar por Alegre e seguir até o distrito de Celina, 10 km adiante, onde entra-se à direita. Quem vem de Minas pela BR-262 entra à direita no trevo de Iúna. Depois de passar por esta cidade, continua em direção a Alegre, passa pelo município de Ibitirama e cerca de 10km depois está a indicação do acesso à cachoeira, à esquerda. Quem vem do Rio, pela Região Serrana, sai em Bom Jesus do Itabapoana, atravessa a ponte para Bom Jesus do Norte e segue até Guaçuí, onde toma a direção de Alegre. Celina fica 10 km depois, onde se entra com direção a Iúna.


Escrito por joão santana às 10h09
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Águia Branca -ES

Águia Branca

A colonização de Águia Branca pelos poloneses ocorreu juntamente com a do município de São Gabriel da Palha, de onde foi distrito até 11 de maio de 1988. A Sociedade de Colonização de Varsóvia recebeu a concessão gratuita de 50 mil hectares ao Norte do Rio Doce, para dividi-los em dois mil lotes de 20 a 30 hectares, onde seriam instaladas 1.800 famílias, no prazo de oito anos. A Sociedade também recebeu isenção de impostos estaduais, inclusive de exportação, mas os imigrantes poloneses sempre fizeram questão de destacar que pagaram pelas terras que desbravaram. A imagem do vale do Rio São José foi levada à Polônia através de um folheto que descrevia as vantagens da imigração.

Antes de embarcar na Europa, cada imigrante pagava uma entrada de US$ 50 para comprar uma área com 20 hectares, e o restante foi pago em parcelas mensais depois que os colonos se estabeleceram na região. Os primeiros chegaram em 1928. O nome Águia Branca foi adotado para lembrar a origem dos pioneiros, já que o escudo polonês estampa uma águia branca.

Quando os imigrantes poloneses chegaram, algumas famílias de caboclos já estavam instaladas na localidade. Esse contato trouxe troca de experiências culturais e agrícolas. Sem estrutura, os primeiros tempos foram de dificuldade. Entretanto, a partir da década de 40, com a abertura da estrada para Colatina, o distrito prosperou.

As escolas de Águia Branca ensinavam o polonês até a Segunda Guerra Mundial, quando Getúlio Vargas proibiu o ensino de qualquer idioma que não fosse o português. Ainda hoje, 40% dos habitantes de Águia Branca são poloneses ou descendentes, e 10% da população ainda fala fluentemente o polonês. Na culinária também há influência da terra natal dos imigrantes.

A Associação Polonesa de Águia Branca é responsável pela preservação da memória do município e mantém a capelinha e o cemitério dos imigrantes bem-conservados. A igreja possui um quadro com a imagem de Nossa Senhora dos Montes Claros, a santa negra dos poloneses. A capela original, construída na colina de onde se avista toda a cidade, não existe mais e, em seu lugar, foi erguida uma igreja menor. Na cidade há também um museu em homenagem aos desbravadores da região.

Além da Igreja Nossa Senhora dos Montes Claros, há a Pedra dos Três Pontões como atração turística.

O café ainda é a principal atividade econômica da região, seguido da pecuária leiteira.


Escrito por joão santana às 09h59
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Água Doce do Norte. ES

Cachoeira

Após o fazendeiro Domingos Marculino doar uma área em 22 de outubro de 1949, surgiu a vila de Água Doce do Norte. Em 1952, o local já se tornou distrito de Barra de São Francisco, permanecendo assim até ser emancipado, em maio de 1988.

Localizado na região conhecida como "Contestado", o município, durante muitos anos, foi considerado território mineiro e capixaba. Em 1964, os governadores Magalhães Pinto e Francisco Lacerda de Aguiar assinaram o acordo de limites dos dois Estados, determinando que Água Doce do Norte estava no Espírito Santo.

Desde sua fundação, a base econômica é o café, seguido pelo milho e pela pecuária. O nome de Água Doce do Norte foi dado devido ao café ralo e doce que seus primeiros habitantes preparavam para os visitantes.

O relevo é composto por diversas cadeias de montanhas ricas em granito que, junto com o Rio Preto, formam cachoeiras e praias fluviais. O lazer do final de semana é garantido pela praia de água doce do Rio Preto, a 12 km da sede. As margens sombreadas por árvores frutíferas garantem momentos agradáveis até mesmo para quem não quiser se refrescar nas águas do rio.



Escrito por joão santana às 09h53
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Alfoncio Cláudio-ES

Afonso Cláudio

Graças ao relevo montanhoso, Afonso Cláudio possui diversas quedas d'água e picos. A principal cachoeira é a de Santa Luzia, com 50 metros de queda. O destaque vai para o agroturismo e a Ecoestação, a primeira estação ecológica do Brasil para recuperação de rios e lagos.



Escrito por joão santana às 09h47
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Igreja e Residência de Reis Magos

Nova Almeida, Serra - ES

A Igreja e a Residência de Reis Magos formam um dos mais belos e imponentes conjuntos arquitetônicos jesuíticos do período colonial brasileiro. Preservado nas suas características originais é tombado como patrimônio histórico e artístico nacional desde 1943.






Foi inaugurado em 1615 como sede do Aldeamento fundado pelos religiosos. Em 1760, após a expulsão dos jesuítas do Brasil, passou a abrigar a Casa de Câmara e Cadeia de Vila Nova de Almeida. Desde 1982 é propriedade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN.

A recuperação de Reis Magos faz parte do projeto de valorização da história do Espírito Santo, que vem sendo conduzido pelo IPHAN em parceria com o Governo do Estado, Prefeituras Municipais e a iniciativa privada.

A restauração foi viabilizada com recursos financeiros provenientes do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, num total de R$ 640 mil. Os trabalhos foram orientados pela equipe técnica da 6 ª. Superintendência do IPHAN e coordenados pela 6 ª. Sub-Regional, sediada em Vitória. A administração do projeto foi realizada pela Fundação Assuntos do Mar - PROMAR.

Os trabalhos de restauração contemplaram uma profunda e criteriosa intervenção na Igreja e na Residência, destacando-se a recuperação completa dos telhados, forros, pisos, escadas, portas e janelas, bem como a substituição das antigas instalações elétricas e sanitárias e a melhoria das condições de drenagem, acesso, circulação e segurança, além da imunização do madeiramento.

As obras foram precedidas por cuidadosos levantamentos arquitetônicos e históricos e por extensas pesquisas arqueológicas, realizadas dentro e fora do conjunto edificado. Os trabalhos tiveram início em fevereiro de 2001 e duraram 27 meses, sem interrupção.

A Residência recebeu tratamento museográfico com indicações sobre a evolução das suas características arquitetônicas e construtivas, bem como informações sobre as suas diferentes configurações e usos ao longo dos séculos.

A antiga cadeia é hoje a sala da Exposição de Arqueologia, apresentando vestígios da construção e da ocupação colonial.

O pátio interno, espaço característico da arquitetura jesuítica, anteriormente isolado por mureta, foi reintegrado. Hoje é possível circular pelo seu gramado, funcionando novamente como lugar de convivência. Os restos dos sepultamentos anônimos encontrados no pátio e na circulação foram ali respeitosamente reenterrados.

A antiga sacristia foi adaptada para abrigar a Capela do Santíssimo e o cômodo na base da torre, para uso do pároco. A antiga sala da Câmara será usada para reuniões.

Nas celas dos jesuítas, no andar superior da Residência, foram instaladas a galeria de arte com duas salas de exposições temporárias, a sala de construção - com testemunhos dos materiais e sistemas construtivos do conjunto, as salas de reunião e da administração, além de um pequeno auditório e uma copa.

A administração e manutenção do monumento estão a cargo da Prefeitura Municipal da Serra. e do IPHAN, conforme o Termo de Cooperação Técnica processo nº 144.4717/2003

A área entorno do monumento receberá completo tratamento paisagístico visando a melhoria das condições de iluminação e acesso, a recomposição vegetal das encostas, a proteção do sítio arqueológico, bem como a sinalização turística. O projeto será implementado pela Prefeitura Municipal da Serra, com apoio financeiro da Aracruz Celulose e supervisão técnica do IPHAN.

Com o fim das obras, o Espírito Santo ganha mais um importante ponto de visitação turística. Com suas instalações inteiramente recuperadas e os seus espaços reorganizados, o monumento de Reis Magos está sendo colocado à disposição da população em perfeitas condições para abrigar atividades religiosas e para funcionar como local de eventos técnicos e culturais.

 



Escrito por joão santana às 17h51
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Sítio Histórico de Carapina

A Capela São João de Carapina consiste em testemunho das primeiras levas de missionários jesuíticos no Espírito Santo. Data aproximadamente de 1594.
  O edifício esteve em uso durante toda a permanência dos jesuítas no Brasil (até meados do século XVII), ficando abandonado até meados dos século XVIII, período em que sofreu degradações e se arruinou.

Em 1857, a capela foi elevada a categoria de freguesia, e passou a ser administrada pela Mitra Diocesana de Vitória, servindo de matriz até o fim do século XIX, com o título de São José de Carapina. Nessa nova condição sofreu outra grande reforma em 1870. Esteve em uso até aproximadamente 1980 e a partir desta data iniciou o processo acelerado de degradação.

Em 1984 teve seu tombamento efetivado pelo Conselho Estadual de Cultura, o que não garantiu de fato a sua conservação, culminando com a demolição quase total, praticada por volta de 1992. Restaram de pé apenas as paredes laterais da nave e a torre sineira, que abrigava em sua cúpula frondosa árvore.

Em 1993, as terras onde o monumento está localizado, foram desapropriadas pela Prefeitura Municipal da Serra, para ceder lugar ao TIMS - Terminal Intermodal do Município da Serra, concedido através de ato legal à Andrade Gutierrez Terminais Intermodais.

A SEAMA - Secretaria do Estado para Assuntos do Meio Ambiente, reconhecendo a importância das solicitações da comunidade local, de preservação do Sítio Histórico de Carapina, determinou como condicionante para liberação de licença do empreendimento, a restauração da Capela de São João de Carapina, e tratamento paisagístico de todo o seu contorno. A empresa se comprometeu com as obras, realizando-as com apuro e qualidade, durante o primeiro semestre de 1995.

Além da Capela, o Sítio Histórico de Carapina integra também uma casa sede da fazenda, conhecida como Casarão, testemunho sólido da ocupação. O local é de elevada riqueza paisagística, como todo sítio jesuítico, e resguarda em seu subsolo registros importantes de sucessivas ocupações.

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Escrito por joão santana às 17h45
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O imenso Rio Paraguaçu, de águas escuras

O imenso Rio Paraguaçu, de águas escuras
Foto: Margi Moss



Escrito por joão santana às 10h27
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Rio Preto, Chapada Diamantina, BA

Rio Preto, Chapada Diamantina, BA
Foto: Margi Moss



Escrito por joão santana às 10h25
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cidade de Cachoeira

A cidade de Cachoeira, nas margens do Rio Paraguaçu (BA)
Foto: Margi Moss/Proj.Brasil das Águas

A cidade de Cachoeira, nas margens do Rio Paraguaçu (BA



Escrito por joão santana às 15h35
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Barragem da Pedra do Cavalo, BA

Barragem da Pedra do Cavalo, BA
Foto: Margi Moss

Barragem da Pedra do Cavalo, BA



Escrito por joão santana às 15h32
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São Felix



Escrito por joão santana às 15h09
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